Cavalgar por entre ti, sentir o teu frio na cara.
Acariciar o teu cheiro e adormecer com o som do vento.
Ontem entrei em paranóia e não via onde terminava o branco, fui ter com ele e aconselhei-me e fiquei convencido que teria novamente de partir. Mais uma vez e sempre só.
É engraçado ter tanta gente à nossa volta e ninguém nos ver (ou pior, entender).
A questão é se estou espiar pecados passados ou alimentar fantasmas futuros.
É como querer dar dar um beijo e ter a certeza da pureza do acto, sem nada mais, e toda a gente conseguir ver o mal do mundo nele.
Quanto a ti minha amiga digo-te: não são mil que valem, basta um para fazer sorrir.
Hasta manhana
(a ilustração é de um jogo - SIBERIA)